RECOMEÇO

RECOMEÇO
CLARA LIBE

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quinta-feira, julho 29, 2010

RECADINHO ...

OI PESSOAL... AGRADEÇO A TODOS POR ACESSAREM MEU BLOG , MAS MUITAS VEZES VOCÊS ME PEDEM AJUDA E NÃO DEIXAM O E-MAIL.... 
POR FAVOR DEIXEM SEU E- MAIL.... 
AI COM CERTEZA TERÃO RESPOSTAS MAIS RÁPIDO , OK.....
 BJOSSSSSSSSSSS 

OBRIGADA!!!

CLARA LIBE

domingo, julho 25, 2010

ObRiGaDa!!!!!!!!

    +   DE   200.000..............VISITAS!!





CLARA LIBE 

sábado, julho 24, 2010

FOLCLORE


O NEGRINHO DO PASTOREIO 
O Negrinho do Pastoreio É uma lenda meio africana meio cristã. Muito 
contada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam o fim da 
escravidão. É muito popular no sul do Brasil.
xxxx
Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e 
peões. Num dia de inverno, fazia frio de rachar e o fazendeiro mandou que um 
menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros que acabara 
de comprar. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse 
que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no 
menino que ele ficou sangrando. "Você vai me dar conta do baio, ou verá o 
que acontece", disse o malvado patrão. Aflito, ele foi à procura do animal. 
Em pouco tempo, achou ele pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o 
cavalo fugiu de novo.
xxxx
Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto 
e o amarrou, nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o 
estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a 
pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa 
Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou 
no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão 
da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha.
E depois disso, entre os andantes e posteiros, tropeiros, mascates e 
carreteiros da região, todos davam a notícia, de ter visto passar, como 
levada em pastoreio, uma tropilha de tordilhos, tocada por um Negrinho, 
montado em um cavalo baio.
xxxx
Então, muitos acenderam velas e rezaram um Padre-Nosso pela alma do 
judiado. Daí por diante, quando qualquer cristão perdia uma coisa, o que 
fosse, pela noite o Negrinho campeava e achava, mas só entregava a quem 
acendesse uma vela, cuja luz ele levava para pagar a do altar de sua 
madrinha, a Virgem, Nossa Senhora, que o livrou do cativeiro e deu-lhe uma 
tropilha, que ele conduz e pastoreia, sem ninguém ver.
xxxx
Desde então e ainda hoje, conduzindo o seu pastoreio, o Negrinho, 
sarado e risonho, cruza os campos. Ele anda sempre a procura dos objetos 
perdidos, pondo-os de jeito a serem achados pelos seus donos, quando estes 
acendem um coto de vela, cuja luz ele leva para o altar da santa que é sua 
madrinha.
xxxx
Quem perder coisas no campo, deve acender uma vela junto de algum 
mourão ou sob os ramos das árvores, para o Negrinho do pastoreio e vá lhe 
dizendo: "Foi por aí que eu perdi... Foi por aí que eu perdi... Foi por aí 
que eu perdi...". Se ele não achar, ninguém mais acha. 

FOLCLORE


A Maria Degolada!!!
Essa é a história de Bruno Soares Bicudo e Maria Francelina Trenes. Um belo 
casal de jovens apaixonados em pleno século 19. Bruno era um soldado da 
brigada militar gaúcha e nutria um grande amor por sua namorada, a Maria.
Um belo dia, Bruno resolveu marcar um piquenique com os amigos. O dia 
escolhido foi 12 de novembro de 1899 e o
local, um morro que ficava onde hoje é o bairro Partenon, nas proximidades 
do Hospital Psiquiátrico São Pedro. Por esse motivo, o morro era chamado 
carinhosamente de "Morro do Hospício"
No dia em questão todos compareceram acompanhados de suas respectivas 
namoradas e iniciaram uma bela festa. Apenas ninguém imaginava que ela 
acabaria em tragédia.
Em um determinado momento Bruno começou a agir de forma estranha. Os amigos 
relataram que ele começou a falar coisas desconexas.Seu olhar mudou e se 
voltou à Maria. Logo eles iniciaram uma pequena discussão na frente de 
todos. Envergonhada pela situação, Maria o chama para longe dos amigos e 
tentar resolver o imbróglio.
O tempo passa e os amigos começam a estranhar a demora do casal e partem a 
procurá-los. Eis que, a cena que encontram, não poderiam imaginar nem nos 
seus maiores pesadelos (que pressão!!!).
Perto de uma grande figueira, jazia o corpo de Maria Francelina. Com a 
garganta cortada e toda ensanguentada, seu corpo ainda se debatia. Ao seu 
lado estava Bruno, segurando uma faca ainda apresentando o olhar estranho de 
antes.
Seus amigos, que também eram soldados, tentaram desarmá-lo sem sucesso. 
Temendo por suas vidas , acabaram chamando reforços. Ao ver que a prisão era 
inevitável, Bruno tentou ainda suicídio, mas foi imobilizado e levado para a 
prisão do quartel.
Já preso, Bruno clamava que nada lembrava do ocorrido. Seus esforços em se 
livrar da pena foram em vão. Foi condenado a 30 anos de prisão onde acabou 
falecendo 7 anos depois.
Os motivos de sua morte também são controversos. Alguns afirmam que ele foi 
assassinado por outro interno. Outros relatam que sua morte foi devido a 
complicações renais.
Onde o corpo de Maria foi encontrado foi arrancado com raiz e tudo. Os 
moradores da região construiram uma pequena capela no local em homengagem à 
Maria, que passa a ser conhecida como Maria Degolada.
Com o tempo, começaram a aparecer relatos de pessoas que fizeram "pedidos" à 
Maria e foram atendidos. Ela começa a tomar status de "santa" e atrai os 
mais variados tipos de devotos.
Conta a lenda que, um belo dia, um policial visitou a capela e fez um pedido 
para Maria Degolada. Queria conquistar uma antiga paixão. Ao sair do local e 
descer o morro, ele foi brutalmente assassinado por um interno que havia 
escapado do Hospital psiquiátrico.
Foi quando ficou claro as regras da "santa". Atende todos os pedidos de seus 
devotos...Com excessão dos policiais!!!
Um belo dia, uma sessão espírita foi conduzida no local e Maria manda uma 
mensagem a todos. Ela não queria ser conhecida como Maria Degolada e sim 
pelo seu verdadeiro nome. Então batizaram o local como "Maria da Conceição" 
(Não me perguntem por que "Conceição"...Só sei que foi assim!).
A lenda da Maria Degolada inspirou também um sincretismo com a lenda da 
Loira do Banheiro (que como todos sabem é a versão brasileira da bloody 
Mary). Se você disser seu nome 3 vezes em frente ao espelho, ela aparecerá e 
o convidará para um piquenique!!

ALGUMAS ARTES DE 2010...






sexta-feira, julho 23, 2010

FOLCLORE

PORCA DOS 7 LEITÕES


HAVIA UMA DONA DE ENGENHO,
NO TEMPO DO BRASIL COLÔNIA,
TEMIDA PELOS ESCRAVOS,
UMA VERDADEIRA DEMÔNIA! 

UM FEITICEIRO NEGRO, 
REVOLTADO COM O QUE VIA,
ESCONDEU SEU ANEL PRECIOSO
E LANÇOU -LHE UMA MAGIA.

A TIRANA SE TRANSFORMOU 
NUMA ENORME PORCA BRANCA
DE CORPO FEDIDO E BALOFO,
COM HORROROSA CARRANCA.

MAS NÃO PAROU POR AI
A TERRÍVEL TRANSFORMAÇÃO:
CADA UM DOS SEUS SETE FILHOS
SE TRANSFORMOU EM LEITÃO!

AQUELA FAMILIA MEDONHA
VAGAVA POR TODOS OS LADOS
COMO SE FOSSE O DIABO
SEGUIDO POR SETE PECADOS.

FOSSANDO O CHÃO DAS RUAS, 
PROCURAVA O ANEL 
QUE QUEBRARIA O ENCANTO
DAQUELA MULHER TÃO CRUEL.

ATÉ HOJE A PORCA HEDIONDA,
COM A ESCANCARADA BOCARRA,
ASSOMBRA TODOS OS MARIDOS
QUE TROCAM O LAR PELA FARRA.

MARIO BAG



FOLCLORE

DIABINHO DA GARRAFA OU FAMALIÁ

NUMA INOCENTE GARRAFA
NO MEIO DAS  DE PINGA,
PODE TER UM FAMALIÁ
COM A TERRÍVEL MANDINGA!

ELE NASCE PRA QUEM CHOCAR, 
NA ENCRUZILHADA DA VILA,
UM OVO COM OLHOS DE GATO
 EMBAIXO DA AXILA.

PONHA O OVO NA GARRAFA
COM ROLHA DE CORTIÇA
E A PARTIR DESSE MOMENTO
NUNCA MAIS VAI Á MISSA!...

NO FIM DE QUARENTA DIAS 
NASCERÁ A TAL CRIATURA.
PEÇA QUALQUER COISA A ELA
E TRATE-A COM MUITA TERNURA.

SE VOCÊ DESEJAR DINHEIRO,
O DINHEIRO APARECE,
MAS NÃO DEVE SER DOADO
E NEM GASTO SEM PRECE.

POIS É  MALDITA A FORTUNA
QUE SURGIU NA SUA MÃO,
E FAMALIÁ VAI TE AZARAR
PRA TER DE VOLTA CADA TOSTÃO.

VAI LEVAR SUA ALMA
E SEU CORPO DE ANTEMÃO,
POIS O TRAVESSO DIABINHO
É O PRÓPRIO FILHO DO CÃO !

MARIO BAG


FOLCLORE


MÃO - DE - CABELO 
Meia lua que se move 
No céu da madrugada
Pode ser Mão -de - cabelo
Com sua foice afiada.

Um espantalho de branco,
Como alma  penada,
Vem espiar da janela
Se sua cama esta molhada.

Seus braços finos e longos,
Saem da veste por furos 
E na ponta das mãos ossudas,
Feixes de pelos escuros.

Se move como fantasma,
Ao som do arrastar de correntes,
Os olhos são luminosos,
A boca é um buraco sem dentes.

Não adianta tentar esconder 
O lençol molhado de urina.
Ela sente o cheiro de longe...
Esta é a sua sina!

Menino que brinca com fogo,
Corra já para o urinol
Antes de pegar no sono,
Pra não molhar o lençol!

Não faça xixi na cama,
Ou o Mão - de - cabelo vem,
Pula a janela e corta 
A minhoquinha do neném!

MARIO BAG


ATIVIDADES PARA O DIA DOS PAIS...

ATIVIDADES PARA O DIA DOS PAIS...

ATIVIDADES PARA O DIA DOS PAIS...

ATIVIDADES PARA O DIA DOS PAIS...